sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

PERDÃO E EXPECTATIVAS

 


Lembrei de um aspecto bem importante a respeito do perdão. Muitas vezes, não chegamos ao perdão e até mesmo na reconciliação porque é difícil admitir e digerir que, em muitos relacionamentos, HAVIA AMOR ENTRE O OFENDIDO E O OFENSOR E QUE ESSE AMOR, CONFIANÇA E O RELACIONAMENTO FORAM FRUSTRADOS PELA OFENSA. 

Em muitos casos, havia uma EXPECTATIVA de que aquele AMOR FOSSE CORRESPONDIDO DE FORMA PERFEITA e a ofensa frustrou essa expectativa, criando uma DÍVIDA EMOCIONAL que não será quitada enquanto a pessoa não viver o luto da expectativa frustrada e admitir que a experiência do relacionamento é tão imperfeita quanto ela poderia ser. 

É preciso viver esse luto, admitir as expectativas frustradas, sentir os sentimentos feridos no corpo, inclusive a vergonha, bem como se conformar com a perda. Só assim a pessoa poderá chegar ao ponto de quitar a dívida emocional e renunciar ao direito de esperar que o ofensor promova alguma restituição emocional. 

Há algum relacionamento partido em sua vida por expectativas frustradas? Que essa reflexão gere cura para quem dela precisar. 

Pablo Ferreira

REFLETINDO SOBRE O QUE É SER CRISTÃO



Ser cristão não é ir para um templo todos os fins de semana, nem tampouco ter conhecimento intelectual da Bíblia ou adotar novos padrões morais como um fim em si mesmo. Isso não nos torna pessoas boas e justas diante de Deus. 

Ser cristão é passar constantemente pela porta do arrependimento dos pecados e sujeitar-se ao senhorio de Cristo, negando-nos a nós mesmos e carregando a nossa cruz. 

Ser cristão é passar por um novo nascimento em que essa nova criação, o novo homem consiste no habitar do Espírito Santo pessoalmente em nós. É saber quem somos quando entendemos que Deus está dentro de nós e isso se torna uma fonte de boas obras que são fruto do amor e da graça que o Senhor derrama sobre nós. 

Até que ponto entendemos com os olhos do nosso coração a realidade da habitação pessoal do Espírito Santo em nós? Quais são os frutos? Será que nós nos tornamos mais parecidos com Jesus e até que medida? Somos mais perdoadores e compassivos? Até que ponto nós nos comprometemos com o custo de ser discípulos de Jesus e morrer a morte dele para que vivamos a sua vida?

Pablo Ferreira