(i) Perdoar é reconhecer que só Deus tem o direito de
julgar as ofensas;
(ii) é desativar o mecanismo de violência dentro e
fora de nós;
(iii) é reconhecer as próprias imperfeições, falhas
e pecados;
(iv) é ser grato com o perdão que Deus já nos deu;
(v) é repetir com o próximo o que Deus já fez por
nós;
(vi) é oferecer amor quando não há motivo para amar;
(vii) é manter abertos os canais por onde flui o amor e
a confiança incondicionais em relação ao nosso relacionamento com
Deus, com o próximo e conosco;
(viii) é uma reação positiva a ofensa, ao invés de
uma reação negativa contra o ofensor;
(ix) é a decisão de não levantar a questão diante de
três pessoas: Deus, o próximo e a nós mesmos;
(x) é semear misericórdia, graça e amor: “Falai e
procedei com todos, como quem haverá de ser julgado pela lei da
liberdade; pois será exercido juízo sem misericórdia sobre quem
também não usou de compaixão. A graça triunfa sobre o juízo”
(Tiago 2:12-13 - KJA);
(xi) é ter as emoções conquistadas;
(xii) é deixar livre, soltar, despedir;
(xiii) é atribuir favor incondicional ao ofensor,
“desligando-se” emocionalmente dele e jogando o lixo emocional
fora.
Pense nisso: Qual dessas definições acima melhor se
encaixa nas questões que você enfrenta hoje? Você já tinha
pensado no fato de que a Escritura diz que será exercido juízo sem
misericórdia sobre quem também não usou de compaixão?
(obs: estas ideias eu colhi de uma pregação que ouvi
na Estância Paraíso, Ministério de Intercessão – Igreja Batista
da Lagoinha, em 2010, no programa Moriá, proferida pelo pastor
Joaquim Arnaldo).
[Excerto retirado e adaptado do texto de minha autoria:
DE ESCRAVO A FILHO: REFLEXÕES NA EPÍSTOLA DE PAULO A FILEMOM
CONCERNENTES AO PERDÃO E A GRAÇA ABUNDANTE DE DEUS NA RESTAURAÇÃO
DO HOMEM, disponível em: http://rugidodaverdade.blogspot.com.br/2012/03/de-escravo-filho-reflexoes-na-epistola_24.html]
Pablo Luiz Rodrigues Ferreira
rugidodaverdade.blogspot.com.br
pablolrferreira@hotmail.com
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